Manual orienta empresas a destinar o Imposto de Renda para projetos sociais
Até o dia 30 de maio, pessoas físicas e jurídicas que fazem a declaração do Imposto de Renda podem colaborar com projetos sociais.
Para auxiliar os contribuintes sobre como fazer a destinação de parte do IR a pagar, beneficiando entidades em todo o estado, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) criou um manual de orientação.

Documento tem chancela da Receita Federal e do Conselho Regional de Contabilidade
[foto Filipe Scotti/FIESC]
A publicação explica quem pode investir, os percentuais permitidos, a base legal, os prazos para o aporte, como escolher os projetos e onde depositar os recursos. Também informa qual o percentual que pode ser abatido, com segurança jurídica.
O conteúdo está organizado por áreas: cultura, esporte, saúde, reciclagem, infância e adolescência, e pessoa idosa. Para cada uma, o manual traz critérios para apresentação de projetos, limites legais de destinação, órgãos responsáveis e fontes seguras de consulta.
Há ainda um guia prático com o passo a passo do investimento e um resumo com os principais pontos de atenção.
>> Confira o manual acessando Manual do Investidor_FIESC (1)-compactado.pdf
Recursos importantes em várias sociais
As empresas podem direcionar até 10% do IRPJ sem impactar o valor devido nem aumentar o risco de fiscalização. O aporte é legal, seguro e representa uma oportunidade concreta de apoiar o desenvolvimento das cidades onde atuam.
Em Santa Catarina, se todas as organizações que pagam imposto por lucro real fizessem a destinação, R$ 900 milhões poderiam ser investidos em projetos sociais. Mas só 10% deste montante costumam ser direcionados.
A ACIJS é parceira da FIESC na sensibilização para que mais contribuintes (pessoas físicas e empresas) participem do movimento e defende o incentivo por entender que o recurso movimenta a economia local e gera impacto social direto na comunidade local.
Para ajudar os contribuintes e definirem projetos de interesse, a FIESC mantém um site especial com 107 iniciativas aptas a captar recursos por meio das leis de incentivo. Todos foram analisados por especialistas, estão em conformidade com a legislação e são monitorados por órgãos fiscalizadores.
Os projetos podem ser conhecidos acessando fundosocial.sesisc.org.br. (Com informações da FIESC – Federação das Indústrias de SC)
ACIJS enaltece eleição da primeira mulher na presidência da FACISC como marco histórico na representação empresarial de SC
Chapa para a gestão 2027-2029 reúne representantes de diferentes regiões de Santa Catarina. Posse ocorrerá no dia 26 de novembro.
Turismo regional avança com planejamento, integração e visão estratégica, destacam especialistas em seminário em Jaraguá do Sul
8º Seminário de Turismo e Hospitalidade debateu o conceito de “Turismo Invisível” e reforçou a importância do associativismo, da gestão profissional e da atuação integrada entre setor público e iniciativa privada para impulsionar o desenvolvimento regional
Jaraguá do Sul assume protagonismo na representação de mulheres empreendedoras na região Norte
Juliana Clarissa Karing Costa, líder do Núcleo da Mulher Empresária da ACIJS, assume a vice-presidência Regional do Conselho Estadual e fortalece a representatividade feminina no associativismo catarinense
“Sinfonia de uma Cidade”: documentário que celebra os 150 anos de Jaraguá do Sul estreia na SCAR
Com direção de Gilmar Moretti, documentarista, ex-presidente e conselheiro da ACIJS, obra reúne três décadas de registros históricos e contemporâneos da cidade, com sessões gratuitas nos dias 17 e 18, no Centro Cultural
Turismo invisível: seminário em Jaraguá do Sul mostra como os bastidores da hospitalidade fortalecem a economia regional
Evento gratuito, promovido pelo Núcleo de Turismo e Hospitalidade da ACIJS, reúne especialistas, empreendedores e operadores para discutir oportunidades de negócios, inovação e desenvolvimento dos destinos turísticos
Facisc critica fim da escala 6×1 e alerta para prazo de transição curto para as empresas
Entidade divulga posicionamento e aponta que maior pressão das mudanças recairá sobre micro e pequenas empresas, com riscos como alta de preços e redução de vagas no mercado de trabalho