Impostômetro: em 2024, brasileiros já pagaram R$ 3 trilhões em tributos
O Impostômetro, painel localizado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), no Centro Histórico da capital paulista, alcançou a marca de R$ 3 trilhões, às 08h50, desta sexta-feira (01/11). Esse valor representa o total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos contribuintes brasileiros aos governos federal, estadual e municipal desde o início do ano, incluindo multas, juros e correção monetária.
Em comparação com o mesmo período do ano passado a marca foi registrada com 54 dias de antecedência. Na ocasião, o Impostômetro havia apontado R$ 2,5 trilhões, ou seja, um crescimento de 20% para este ano. “Para nós, já era esperado atingir os 3 trilhões antecipados, batendo mais um recorde, 54 dias antes do que ocorreu no ano passado. Isso nos traz, de um lado, alegria pelo volume representado, mas, por outro, tristeza, pois essa arrecadação deveria beneficiar a população, o que, infelizmente, não está acontecendo,” afirma o presidente da ACSP, Roberto Mateus Ordine, acrescentando que isso se deve não apenas à falta de obras, mas também à escassez de programas de atendimento.
“Grande parte do PIB está comprometida com custeio e precisamos de mais investimentos. Infelizmente, a faixa destinada a isso é muito pequena,” completou.
“Nosso sistema tributário incide majoritariamente sobre o consumo. Assim, à medida que os preços dos bens e serviços aumentam, a arrecadação também cresce. Além disso, o crescimento da atividade econômica impacta positivamente a arrecadação. Caso esses fatores continuem, sempre anteciparemos esses resultados de R$ 3 trilhões”, diz o economista da ACSP, Ulisses Ruiz de Gamboa.
O presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), João Eloi Olenike, explica que esse aumento antecipado é proporcionado pela política do governo, que tomou várias medidas para recolher mais impostos e assim fazer frente à alta dos gastos públicos, como reintegração das alíquotas de PIS e Cofins dos combustíveis, elevação da CSLL sobre o lucro líquido dos bancos, revisão de incentivos fiscais de diversos setores e recomposição da alíquota do IPI em diversos itens.

“Arrecada-se bem, porém gasta-se mal, e a expectativa é que essa alta continue em 2025. Isso não quer dizer que a arrecadação esteja progredindo, mas que a realização de serviços e investimentos em melhorias para a população está regredindo”, explica Olenike.
O painel físico do Impostômetro está situado na Rua Boa Vista, 51, no Centro Histórico de São Paulo, próximo ao edifício-sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
Confira em tempo real a arrecadação de impostos no Brasil
>>> impostometro.com.br
[Fonte: ACSP – Associação Comercial de São Paulo]
Seminário consolida Jaraguá do Sul como referência em longevidade ativa
Evento gratuito do Núcleo de Saúde e Bem-Estar da ACIJS reúne especialistas para discutir como escolhas individuais constroem uma sociedade mais saudável e equilibrada
Confederação que representa 24 milhões de pequenos negócios pede ao Congresso que rejeite “taxa das blusinhas”
Ato do governo federal reduziu a zero a alíquota do Imposto de Importação sobre remessas internacionais de até US$ 50, a chamada “lei das blusinhas”
WEG é premiada em Nova York por fortalecer relações econômicas entre Brasil e Estados Unidos
Reconhecimento destaca a atuação global da empresa e sua contribuição para a integração das cadeias produtivas entre Brasil e EUA
Especialistas reforçam importância da gestão de dados e papel de lideranças diante de alterações da NR-1
ACIJS reúne especialistas para orientar empresários sobre as novas exigências da legislação trabalhista
Diretoria da ACIJS recebe deputado Antídio Lunelli e reforça pleitos prioritários da região
Parlamentar apresentou balanço do mandato e detalhou investimentos assegurados para infraestrutura, saúde e segurança no Norte catarinense
FACISC manifesta preocupação com plano de concessões e cobra duplicação integral de rodovias federais em SC
Entidade defende que novos contratos de infraestrutura devem garantir investimentos estruturantes para eliminar gargalos logísticos e aumentar a segurança nas BRs 153, 280, 282, 470 e 480