Notícias 07 jun, 22

Entrevista de Ana Clara Franzner Chiodini à colunista Estela Benetti destaca ações da entidade e participação da classe empresarial na comunidade

Presidente da ACIJS fala sobre metas e desafios da gestão ao portal NSC Total

A atuação da atual diretoria da ACIJS ganhou ênfase na coluna da jornalista Estela Benetti no portal NSC Total, com destaque para as ações que busquem o fortalecimento do ecossistema empresarial e as relações da entidade com vistas ao desenvolvimento econômico e social de Jaraguá do Sul e região.

“Quebrar paradigmas em competitividade não é incomum para empresas de Jaraguá do Sul, uma das cidades com economia mais dinâmica do Brasil. Mas isso aconteceu também na adoção de equidade de gênero na Associação Empresarial de Jaraguá (ACIJS), entidade que representa essa economia”, assinala a colunista. “A nova diretoria que assumiu em 17 de março, liderada pela jovem empresária Ana Clara Franzner Chiodini (30 anos), tem entre os integrantes 50% de mulheres e 50% de homens pela primeira vez”.

Diretoria ACIJS: (fundo) Daniel Godinho, Marcos Roberto Zick, Luiz Carlos Buzzarello e Caroline Elisa Obenaus Cani; (frente) Pauline Menegotti Horn, Simone da Rosa, Ana Clara, Daniel Maffezzolli, Luciana Spézia Rincaweski e Ary Carlos Pradi. (Foto: CHAN/WEART)

A entrevista apresenta planos da gestão e como a ACIJS se fortalece na missão de promover o associativismo empresarial, buscando oportunidades para que as empresas do município contem como um ambiente favorável de negócios.

“Estamos focados bastante em nosso propósito, que é trazer conhecimentos e conexões que potencializem o ecossistema empresarial de Jaraguá do Sul”, afirma Ana Clara sobre as prioridades do trabalho da diretoria, que inclui o Pacto Regional de Inovação, mentoria para empresários, formação de mão de obra, cobrança por mais infraestrutura e outras.

A colunista destaca o histórico de participação familiar da presidente e envolvimento com o empreendedorismo. “Diretora Administrativa e Financeira da Agricopel, empresa da família paterna que é a terceira maior distribuidora de combustíveis do país, Ana Clara é graduada em Administração pelo FAE Centro Universitário do Paraná, com MBA em Finanças pelo Ínsper e BBA em finanças pela Baldwin Wallace Universitiy, dos EUA. Ela traz também a cultura empresarial da família da mãe, a Urbano Alimentos, que é a terceira maior cerealista do país”.

A diversidade também foi lembrada pela jornalista: “Sobre a escolha de 50% de líderes mulheres para a diretoria, o que é recomendado pelo Pacto Global da ONU até 2030, ela disse que foi algo natural porque Jaraguá tem um grupo de lideranças empresariais femininas que se reúne com frequência. Ana Clara é solteira, trabalha na Agricopel desde 2016, antes atuou nas áreas de sustentabilidade e planejamento do Grupo Malwee e foi presidente voluntária do Convention Bureaux da região de Jaraguá”.

Confira a entrevista a seguir:

A senhora é a liderança mais jovem a assumir a ACIJS. Como está sendo este início de gestão?

Está sendo de grande aprendizado. Eu estava na gestão anterior, do Luis Hufenüssler Leigue, como vice-presidente administrativa e financeira. Então acompanhei um pouco os trabalhos, olhava mais para a parte interna da entidade, o que me ajudou bastante, porque eu estou um pouco mais integrada no planejamento. Mas é totalmente diferente a presidência, a representatividade, a visibilidade. Eu acho que um dos grandes desafios é ter essa responsabilidade da liderança, de ver para onde direcionar, aonde a entidade está indo, trabalhar com uma equipe grande, diversa. Somos 50% mulheres e 50% homens pela primeira vez na diretoria, com idades das mais diversas. Eu sou a mais jovem, com 30 anos, e temos diretores com 60 anos. Assim temos, também, muitas diferenças. Nossas discussões são diversas. Isso é muito bacana, porque elas se tornam mais ricas. Está sendo um desafio liderar um time tão diverso, de líderes super capacitados, de empresários de muito sucesso, e pensar os caminhos futuros da entidade.

Como vocês chegaram a esse equilíbrio de 50%/50% entre mulheres e homens?

Na verdade, essa inspiração veio do Luis. Quando ele assumiu, na última gestão, ele tinha essa vontade de trazer mais diversidade para a ACIJS. Na época, ele trouxe um recorde de mulheres na diretoria, 33%. E aí ele instigava isso, que a gente precisava ter mais representatividade. Quando ele me chamou, já veio com o tom de representatividade, por ser mulher e eu pensei em fazer um mapeamento das pessoas, eu tinha essa vontade. Mas não era um objetivo tão claro porque nós temos que priorizar a competência, quem vai realmente conseguir ter um bom desempenho naquela pasta, quem vai contribuir para a diretoria, e foi acontecendo. A primeiras confirmadas eram mulheres. Aqui em Jaraguá tem um grupo de mulheres que são sucessoras nas suas empresas, diretoras. A gente tem um grupo que se encontra uma vez no mês, convivemos muito e fomos lembrando, naturalmente, das colegas. Aí foi dando certo, e tem muita gente de competência aqui em Jaraguá, mulheres, homens. No final, eu olhei para trás e deu certo, 50%/50%. Eu fiquei feliz, mas não foi algo, assim: precisa ser. Era uma vontade.

Desde que assumiu a presidência da ACIJS, já sofreu alguma discriminação por ser mulher?

Nesse período que estou aqui eu não senti ainda. Pelo contrário, eu senti muito acolhimento, as pessoas muito felizes com essa renovação, muito felizes com a presença mais forte da mulher. Fazia 10 anos que a Acijs tinha tido a segunda mulher na presidência, a Monika (Hufenüssler Conrads). E 20 anos que a Christiane (Hufenüssler), a primeira, tinha assumido. Então, a minha posse trouxe renovação, seja pela idade ou pelo fato de ser mulher, as duas coisas juntas. Estou me sentindo muito acolhida, em todos os fóruns, a própria Facisc, nossa federação, está com programas de diversidade. O presidente Sérgio Alves vem acolhendo a gente muito bem. Temos outras presidentes mulheres em associações empresariais do Estado. Acho que estamos começando a ter um ambiente mais acolhedor nesse sentido. Não senti nenhum tipo de machismo ainda, não sei como será daqui para frente, eu ainda vou enfrentar muitos desafios, muitos fóruns. Aqui em Jaraguá do Sul tem muita mulher em entidades, então é algo que a gente vem superando. Hoje, a presidente da CDL é mulher, da OAB é mulher, da ACIJS é mulher, então eu acho que o meio está muito propício. Temos um ambiente onde as mulheres estão sentando mais à mesa.

Como concilia as funções na empresa, a Agricopel, e na ACIJS?

A gente tem uma empresa bem profissionalizada. Temos um corpo com cinco diretores, dentre eles profissionais de mercado, temos os colegas, uma rede de suporte. E como o meu pai, Paulo César Chiodini, também já passou por isso, foi presidente da ACIJS, isso facilita. Atualmente, ele é presidente do conselho do Hospital São José. Tanto a empresa quanto a ACIJS exigem bastante, mas, em média, estou dedicando de 20% a 30% do tempo aqui na associação e 70% na empresa.

Quais são as prioridades da gestão da associação?

Estamos focados bastante em nosso propósito, que é trazer conhecimentos e conexões que potencializem o ecossistema empresarial de Jaraguá do Sul. Estamos muito relacionados ao tema inovação, participamos do Pacto Regional de Inovação aqui na região da Associação dos Municípios do Vale do Itapocu (Amvali). A ACIJS foi uma das precursoras desse pacto. Junto ao Novale Hub – Centro de Inovação Jaraguá do Sul, que é presidido pelo Luís, se formatou esse pacto entre todas as entidades e prefeituras. Então, estamos muito conectados a esse assunto, que é inovação, que é trazer realmente alguns ganhos para a região e uma nova economia para Jaraguá do Sul, sem esquecer essa economia forte que a gente tem de indústria, de serviços e do próprio comércio. Estamos olhando, também, para dentro da entidade, para trazer valor para os associados, trazer produtos como a mentoria, um produto exclusivo para os associados da ACIJS. Atendemos também outras associações empresariais da região, onde a gente tem um programa em que os nossos ex-presidentes, membros de conselho, executivos de renome da região fazem uma mentoria voluntária para os empreendedores que estão começando, que ainda têm uma empresa com muitos desafios. A gente faz essa conexão, esse programa vem crescendo bastante, é inédito em SC. São encontros individuais, com grandes nomes no banco de mentores, e nós acabamos atendendo várias regiões. Joinville, Blumenau, Araquari e São Bento do Sul participam também aqui com a gente. É preciso ser associado à sua ACI e pagar um valor simbólico para o uso da estrutura da entidade porque o mentor é voluntário. O programa usa uma ferramenta que faz o diagnóstico empreendedor dos interessados, e, dependendo, a gente faz um ‘casamento’ entre mentor e mentorado, os desafios que ele está passando, o que ele precisa e os perfis de nossos mentores. Aí, a gente consegue atender na plenitude da necessidade. Acho que é uma semente do que é a Acijs hoje, do que é a representatividade de Jaraguá do Sul. De ensinamentos de grandes empresas daqui, como a WEG. A gente respira isso.

Como está sendo esse esforço para avançar em tecnologia? Isso inclui atração de investidores de fora?

A gente tem alguns grupos de trabalho dentro do Pacto, e um deles é sobre atratividade. A gente vem trabalhando algumas iniciativas para facilitar a entrada aqui em Jaraguá do Sul das empresas, para ajudar na própria manutenção das empresas que estão aqui, para gente conseguir suportar esse crescimento. A gente tem grandes desafios hoje, e um deles é a mão de obra. A gente vive numa região que em enfrenta falta de trabalhadores. Isso inclui Jaraguá, Joinville, Blumenau, acho que toda Santa Catarina tem esse problema, mas aqui é um pouquinho mais difícil. Então, a gente tem que pensar, também, em como atrair mão de obra, ter um ambiente onde as empresas possam, realmente, continuar se desenvolvendo, e trazer novas empresas pra cá. Estamos trabalhando bastante no tema. Eu até tive uma reunião com o prefeito (Jair Franzner) para falar sobre isso. Nós estamos passando por um momento muito positivo de união do poder público e privado.

Que projetos vocês estão tentando aprovar nessa área de formação de trabalhadores?

A gente está conversando bastante com o Senai, com as entidades que ajudam a formar essa mão de obra, porque, hoje, a qualificação necessária é realmente diferente do que era há 20 anos. Hoje, temos necessidade, por exemplo, de mais desenvolvedores de sistemas. Existe um déficit no Brasil inteiro e aqui em Jaraguá estamos trabalhando para formatar programas mais atuais. Por exemplo, o menor aprendiz de TI, que ele realmente consiga entrar na empresa e ser formado, porque o profissional já formado está muito escasso no mercado. Por isso estamos trabalhando em conjunto com eles nessas formações.

Já tem em empresa que contrata para formar internamente?

A gente está querendo fazer isso. Na verdade, as empresas já estão fazendo isso, com estagiários e tudo mais, mas a nossa ideia junto ao Senai é criar um programa de menor aprendiz focado em TI, em desenvolvimento, porque todas as empresas têm sua cota de menor aprendiz, e os programas são de venda, de administração, ou de técnico de manufatura da indústria. A ideia é oferecer também formação em TI dentro do programa Menor Aprendiz. Assim, a gente vai conseguir captar o jovem de 14 a 16 anos que hoje não está no mercado de trabalho.

Ainda falando em tecnologia, Jaraguá vai contar com uma experiência da ABDI de uso de 5G em área aberta?

A gente tem um projeto aqui em Jaraguá do Sul bem interessante, que só quatro cidades do Brasil terão, que é a aplicação do 5G numa área pública. É em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A gente tem o Parque de Inovação, que é uma área de lazer bem bacana para a cidade, o Centro de Inovação e o centro universitário Católica na mesma região. Seremos a única cidade do Brasil a testar uma frequência específica que foi testada dentro da WEG. A empresa testou, está envolvida junto com a gente no Novale. Os equipamentos ficarão em Jaraguá do Sul e nós estamos vendo o uso deles após esse período de teste da ABDI.

O que a ACIJS espera dos novos governos do Estado e do país?

Olhando para Jaraguá do Sul, a finalização da duplicação da BR-280 é essencial. Esse é um dos nossos gargalos para o crescimento. Ficamos mais ilhados. É fundamental para a mobilidade das pessoas, escoamento de produtos e recebimento de matérias-primas. As obras estão em andamento, mas temos o pleito para a finalização dessa duplicação que é essencial não só para Jaraguá do Sul, mas para Schroeder, Guaramirim, Massaranduba e Corupá. Além disso, precisamos de infraestrutura melhor de 4G, 3G. A gente fala em 5G, mas temos uma precariedade na oferta de telecomunicação. Infraestrutura em geral é prioridade. A região também tem sofrido com problemas de acesso à energia. Corupá tem tido apagões de vez em quando, mas a oferta de energia preocupa. Na minha visão, devemos estar muito próximos do governo do Estado e do governo federal em três pilares: segurança, educação e infraestrutura. Isso passa pelo governo federal também. Nós, como representes da classe empresarial precisamos cobrar dos governos essas três frentes, nas quais eles têm muita influência e nós precisamos dos serviços. A facilitação do ambiente de negócios, a desburocratização, também vem junto. Trazendo um exemplo pessoal, nossa empresa opera em muitos municípios de Santa Catarina. Existe uma diferença gritante entre tirar um alvará num município ou em outro. Algumas estão extremamente eletrônicas, algumas em processo de, e outras que vivem em 1980. Nós, empresários, somos inconformados. Sempre buscamos melhoria no ambiente de negócios.

Serviços de saúde sempre são demandas importantes em SC. Como estão em Jaraguá?

Temos dois hospitais filantrópicos no município, o São José e o Jaraguá. Eles atendem 70% SUS. Uma carência nossa é na área cardiológica. Nossos pacientes vão para Mafra buscar tratamento de alta complexidade.

Como a senhora analisa o cenário econômico brasileiro e catarinense para este ano?

Este é um ano eleitoral, então, independente de seus desafios, é sempre muito difícil o cenário. A gente vem acompanhando números de câmbio e tudo mais, e a minha perspectiva é positiva. Eu acho que temos uma capacidade ociosa que vem sendo recuperada, a taxa de desemprego vem baixando, a gente tinha 13% no Brasil e está em 11%. Santa Catarina não é o Brasil. É um estado que sente por último a crise, se recupera mais rápido pela diversidade. Mas falando mais das empresas, das nossas conversas com empresários, as empresas estão muito focadas no seu planejamento, na sua expansão, no seu mercado. Elas dizem que independente de cenário macroeconômico vão fazer acontecer, avançar no negócio próprio. Então, vejo que isso depende menos do PIB ir para cá ou para lá, elas trabalham para crescer. A economia está crescendo, eu acho que a perspectiva é positiva, a gente vem de anos difíceis de pandemia, com um potencial de recuperação de mercado, onde o desemprego vai baixando. Santa Catarina, com economia mais diversificada, tem uma boa resiliência, capacidade de recuperar isso, tem uma indústria mais competitiva e muito inovadora, então, eu vejo um cenário positivo. Nós tivemos, agora, com a subida da Selic a diminuição da taxa de câmbio. Isso vai ajudar a ter controle da inflação. Isso porque a inflação é o que mais preocupa hoje. Os custos das empresas estão com um movimento muito intenso. Tiveram muitas altas. Como recuperar isso? Nós temos uma indústria que compete com a indústria global. A indústria brasileira ainda é pouco competitiva em nível mundial, a gente tem grandes desafios, mas tem uma perspectiva boa de crescimento, tem muito potencial no mercado brasileiro em diversos segmentos. O consumo interno também puxa bastante.

Apesar do cenário difícil, as empresas daqui estão conseguindo crescer acima da média?

Eu acredito que sim. Na verdade, estamos interligados com o ambiente do Brasil, mas Santa Catarina, historicamente tem um desenvolvimento melhor que o do Brasil. A gente tem essa capacidade de resiliência, e como Estado, no sentido da diversidade, traz isso para a gente, acaba que uma cadeira inteira fica beneficiada disso, principalmente de serviços. O varejo, que está na ponta, acaba se beneficiando de uma resiliência econômica.  Aqui em Jaraguá do Sul temos uma média de crescimento acima da brasileira há muitos anos. É uma região em que temos grandes empresas de sucesso, temos trajetórias empreendedoras muito ricas aqui, que trazem para gente aprendizados incríveis, que trazem um crescimento para a cidade muito bacana. Temos diversas empresas assim. O principal case de sucesso é a WEG. Ela cresce e quem está próximo cresce junto, o fornecedor, o movimento econômico da cidade… Todos crescem. [Fonte: Portal NSC Total / Coluna de Estela Benetti – 04/06/2022https://bit.ly/3Q6OeC3]



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