Pesquisa vai apontar custo da logística para indústria de Santa Catarina

Iniciativa da Federação das Indústrias de Santa Catarina pretende levantar o quanto as questões de logística influenciam no custo final das empresas no Estado. O levantamento é realizado por meio de parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Estado (UDESC).

– Confira os slides da apresentação

A pesquisa foi apresentada na plenária semanal da ACIJS-APEVI nesta segunda-feira por Marisa Nilson, do Laboratório de Desempenho Logístico da UFSC. Iniciado em abril, o levantamento aborda aspectos do transporte, armazenagem, estoques e administração da logística no setor produtivo, com o objetivo de traçar um panorama da situação das empresas em relação aos resultados globais da economia catarinense.

“A pesquisa propõe medir o desempenho da logística em Santa Catarina através de um amplo levantamento do quanto se gasta para faturar um real”, destaca Marisa Nilson. Empresas interessadas em participar devem acessar o site que ficará disponível até meados de agosto, quando os dados serão compilados e relatórios entregues em outubro para a Fiesc e para as empresas participantes.

Marisa Nilson, do Laboratório de Desempenho Logístico da UFSC

Em relação aos dados apurados, a especialista diz que a Fiesc tem uma série de ações e de campanhas que buscam a melhoria das condições de infraestrutura visando potencializar a economia catarinense. “O objetivo da Câmara de Transportes, que é o setor da Fiesc ao qual a pesquisa é vinculada, é relacionar esses pontos levantados pela pesquisa às propostas de melhorias que sejam levadas ao nível de governo ou nos demais esforços que a entidade realizar. A pesquisa vai mostrar essa realidade e no que podemos melhorar no sentido de buscar vantagens competitivas para as indústrias do Estado se a nossa infraestrutura fosse melhor”.

Marisa Nilson entende que em Santa Catarina o panorama não é diferente do que o de outras regiões. “Nós temos limitadores, pois mesmo com bons portos há problemas para o escoamento da produção em função do acesso a esses terminais”, completa.

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