Mídia e o desafio constante da mutação

A pulverização midiática e a multiplicidade dos suportes e plataformas instituem novas formas relacionais com os meios de comunicação, com o consumidor e principalmente com o negócio do cliente.

A automatização está cada vez mais presente no dia a dia do planejamento de mídia. Sistemas integrados, clusters, comportamento, interesses, são palavras chave para chegar ao consumidor. Os meios de comunicação não mais impactarão um perfil geodemográfico, mas sim pessoas com interesses próprios em busca de conteúdos relevantes como tecnologia, economia e lifestyle. A relação de conteúdo de uma marca com o seu público e principalmente, a verdade do seu storyteling, é o que irá diferenciá-la em meio a este ecossistema mutante, a mídia.

A tecnologia exige do Planejador de Mídia escolhas num universo de alternativas infinitamente maiores e, a mensurar o ROI (return of investment) com maior eficácia. Para estabelecer indicadores de acompanhamento dos resultados, o Mídia deve estar cada vez mais próximo no negócio do cliente, para entender o momento de uma marca/produto ao todo que abrange o marketing, desta forma, a rentabilidade do investimento trará maiores benefícios.

A lógica das marcas mudou e a mutação nos meios de comunicação exige que cada vez mais estejam atentas às ferramentas de segmentação, principalmente no que tange o anunciante e maximizar os resultados com representatividade e retorno significativo, seja em vendas, brand Love,  objetivo macro ou para ações estratégicas específicas.

*Texto Produzido pelo Núcleo de Agências de Comunicação da ACIJS-APEVI

Liz Toniazzo –  CMC Marketing

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