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Mentor de Líderes: Entrevista Carlos Alexandre Guesser – Prattike

Depois de conversar com Carlos Chiodini, sócio proprietário da Rede Agricopel, conversamos com um de seus mentorados: Carlos Guesser. Ele que é Empresário, dono da Prattike, começou seu negócio cedo, e foi com a ajuda do Programa Mentor de Líderes que viu erros que tinham passados despercebidos, alavancando sua carreira como empreendedor!

Carlos Guesser - Prattike

ACIJS: O que significa ser Mentorado no mundo dos negócios?
Carlos: É uma consultoria com baixo custo. Praticamente a custo zero. Se você levar em conta, são oportunidades excelentes de grandes empresários mostrar como fazer certo. Eu, com meus objetivos, obtive ajuda. Primeiro precisei avaliar a situação de locação de um novo galpão. Depois tive que ver o fortalecimento da marca da empresa, e ainda a questão da descentralização. E em tudo isso obtive ajuda.
 
ACIJS: Quais eram as dificuldades encontradas antes do programa?
Carlos: Como eu iniciei muito cedo com a empresa, com 21 anos, eu tive dificuldades. A família sempre me ajudou, mas sentia falta da opinião de alguém experiente nos problemas do dia a dia. Com certeza é uma dificuldade não ter alguém com experiência de gestão. Montar estratégias, planejamento, ações, tudo isso.
 
ACIJS: Quais experiências você adquiriu com esse programa e que podem ajudar a melhorar do ponto de vista da gestão?
Carlos: O aprendizado foi muito grande. Quando a gente sai da faculdade, só temos a teoria, e a pratica é diferente. Tive que me adequar com essa realidade e, com certeza, o projeto de mentor ajudou nesse ponto. Como comentei antes, o Paulo Chiodini viu minha dificuldade e apontou a solução.
Descobri também que empresas possuem ciclo de vida. Elas chegam em algum momento ficam estagnadas. E é nesses momentos que se torna necessário um gás novo para continuar crescendo. É ali que precisa inovar produto, gerar novas estratégias, e isso foi novo pra mim.
 
ACIJS: Em termos práticos, para o seu negócio, o que essa experiência já resultou?
Carlos: A própria questão de como a gente vai controlando os números da empresa, a gente percebe de que a necessidade de mudança de produto. E foi o que aconteceu. Ouvimos cliente e representante e vimos a necessidade de mudar. São situações que vamos avaliando e mudamos conforme o cliente e mercado necessitava.
Um outro trabalho muito importante também que gerou mudança, sugerido pelo Chiodini, foi a criação de um controle financeiro de fluxo de caixa. Usamos até hoje para visualizar metas, saúde da empresa e orçamentos gerais. 
 
ACIJS: Ficou mais fácil de vencer as dificuldades?
Carlos: Com certeza, facilitou bastante. Comecei a avaliar a empresa de outra forma. As experiências trazidas pelo mentor me mostraram como olhar a empresa por cima, para entender a dificuldade e a necessidade atual e trabalhar em cima disso.
 
ACIJS: Aconselharia o programa de Mentores para alguém?
Carlos: Com toda a certeza. É um trabalho de consultoria que você pagaria muito mais se não fosse feito pela ACIJS. Muitas empresas não chegam a cinco anos de atividade. Poucas chegam a dez. E justamente precisamos ouvir esses grandes empresários, grandes mentores, que estão dispostos a nos ajudar de forma simples para que possamos continuar crescendo no mercado.
Quem tiver a oportunidade de fazer parte do programa, faça. É uma excelente oportunidade de adquirir experiências e ter um olhar de grandes empreendedores para a sua empresa. É uma oportunidade, talvez única, que tem que ser aproveitada.
 
ACIJS: Qual outra dificuldade no Associativismo você enxerga?
Carlos: Eu acho que hoje uma das maiores dificuldades da nossa região é fazer com que o empresário tenha noção do que é o associativismo, essa ajuda empresarial. Muitos deles, pela nossa cultura, acabam segurando informação, talento, experiência. Eles acham que como ralaram muito para aprender, não se pode passar isso facilmente para o próximo. Dentro da ACIJS isso é bem ao contrário. Fomentar o associativismo. Troca de experiências entre empresas, mostrar o caminho para as pessoas. Realmente é uma dificuldade ter grandes mentores em nossa cidade.
 

Fique ligado. Nas próximas semanas as entrevistas continuam!

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