Leis de incentivo ajudam no desenvolvimento de projetos sociais

Leis de incentivo à cultura, ao esporte e educação, ou de apoio a projetos sociais e filantrópicos, muitas vezes deixam de ser utilizadas por desconhecimento de empresas e contribuintes ou por falta de qualidade nos projetos de captação.

Alerta neste sentido foi feito pelo diretor de Recursos Humanos da WEG, Hilton José da Veiga Faria, ao falar de oportunidades que as empresas podem ter na utilização de recursos da lei de incentivo privado.

Diretor de Recursos Humanos da WEG, Hilton José da Veiga Faria

O executivo falou da experiência da empresa na plenária ACIJS-APEVI e indicou como o investimento social pode ser alavancado a partir de mecanismos possíveis no poder público e também por alocação de recursos diretos das empresas.

Hilton lembrou que há muitas formas de obtenção de recursos, mas devem atender aos requisitos da legislação. No caso de doações de empresas só é possível por parte daquelas que têm lucro real apurado, mas no caso de doações de pessoas físicas a contribuição independe se ela tem imposto a pagar ou a restituir.

“É muito importante que as empresas tenham esse conhecimento e não tenham receio de fazer doações, atendendo a legislação é um procedimento completamente normal e que pode ajudar muitas entidades, sejam elas da área cultural ou de outros segmentos”, explicou Hilton. Segundo ele, a falta de projetos muitas vezes faz com que recursos importantes sejam integralmente repassados ao governo na forma de impostos porque se não houver a doação o imposto é pago integralmente.

Apoio ao Incentivo Fiscal

O executivo incentivou que entidades no município capitalizem o fato de que há muitas empresas, ou mesmo doadores físicos, que poderiam tirar proveito da legislação. Jaraguá do Sul, por exemplo, conta com muitas empresas, mas há dificuldades de saber quais são de lucro real. “Há uma soma considerável de recursos que poderiam ser alocados para projetos nas áreas social, esportiva e cultural, entre outros segmentos, mas o empresário muitas vezes desconhece ou teme repassar esse recurso, que entendemos deve ficar na sua cidade e região”.

Ele citou o caso da WEG, que anualmente repassa um volume de recursos expressivo. Explicou que o volume sempre depende do resultado financeiro da empresa e do imposto que ela tem a recolher, mas é uma ajuda significativa a muitos projetos. Dentre os projetos apoiados pela empresa somente em Jaraguá – além de fazer doações em outros municípios onde tem operações – há o apoio a iniciativas como o Festival de Música de Santa Catarina e ao projeto Música Para Todos, entre outros que ocorrem na SCAR, e nas áreas social, saúde e educação. “Dentro do que a legislação permite são valores que ajudam muito as entidades e contribuem para a melhor qualidade de vida da comunidade”.

Saiba mais acessando a Apresentação do executivo Hilton Faria e também as Leis de Incentivo.

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