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ACIJS vê acerto em medidas tomadas pelo governo para conter avanço da Covid-19 em Santa Catarina

Entidades ligadas ao Centro Empresarial atuam fortemente em apoio às ações do Comitê Gestor da Covid-19 no no município

O presidente da ACIJS e do Centro Empresarial de Jaraguá do Sul, Luis Hufenüssler Leigue, avalia que as medidas tomadas pelo Governo do Estado, em novo decreto divulgado na segunda-feira (13) são necessárias para ampliar o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, considerando o aumento do número de pessoas contagiadas em Santa Catarina.

O empresário entende que ao enfatizar decisões que já haviam sendo anunciadas e de proibir eventos onde há a possibilidade de maiores riscos de contágios, o governo vai ao encontro de medidas que a própria administração municipal já havia adotado.

“Encaramos este anúncio com naturalidade, é uma medida que o comitê gestor já havia definido e anunciada pela Prefeitura em relação a eventos e a atividades com aglomeração de pessoas, reforçando o cuidado com as reuniões em grupos seja no ambiente privado como no público, que agora ficam proibidas porque se mostraram como o grande vetor das contaminações. É compreensível que as autoridades busquem cercear estas atividades e com isso se evite a expansão de casos ainda em maior escala”, assinala Leigue.

O presidente da ACIJS lembra que a entidade acompanha muito de perto as ações de enfrentamento da pandemia, até porque faz parte do comitê gestor e vê com preocupação o aumento do número de casos porque isto traz ameaças ao bem-estar das pessoas. Embora o sistema de saúde do município esteja conseguindo identificar os novos casos de forma precoce, o que ajuda no enfrentamento do vírus porque na maioria são casos leves, com recuperação domiciliar, enfatiza que é preciso continuar monitorando a situação para se entender a gravidade do quadro a médio prazo que exigirão do município a tomada de outras medidas.

“Juntamente com o comitê, buscamos cada vez mais informações que tragam tranquilidade não somente ao empreendedor como à comunidade em geral, procurando entender a expansão dos casos e apoiando ações como a compra de testes para que se tenha maior disponibilidade de diagnósticos, na obtenção de indicadores e até na automatização nas avaliações de dados epidemiológicos para que se tenha um cenário o mais real possível de contágios, o que dará parâmetros para a atuação do município”.

Por outro lado, o empresário diz que não há ainda maiores receios do setor produtivo quanto a medidas mais drásticas no curto prazo como o fechamento do comércio e da indústria. “Entendemos que mesmo com um volume maior de casos, a maioria das pessoas está em isolamento nas suas próprias casas e o aumento na ocupação de UTIs se deve ao fato de que os hospitais recebem pacientes de outras cidades. Além disso, as empresas procuram cada vez mais regular as atividades do comércio e da indústria para que não sejam presenciais e sim no modo remoto ou que se utilize os meios digitais. No caso de eventos ou atividades em público, é mais difícil haver um controle e as medidas de maior rigor acabam sendo inevitáveis”.

Mesmo assim, enfatiza, a situação é sempre preocupante e requer a colaboração de toda a comunidade seja para minimizar os impactos econômicos como principalmente preservar a saúde e o bem-estar das pessoas. “O quadro atual, mesmo com o aumento no número de casos e por serem a maioria em condições de tratamento em casa, mostra que a estratégia adotada no município tem dado certo. O que precisamos reforçar cada vez mais, é a importância de toda a população se envolver na luta contra a doença, intensificando os cuidados individuais e evitando aglomerações em espaços públicos e encontros sociais. São atividades onde já havia a recomendação para que não ocorressem e onde se percebe que os abusos e o descumprimento das medidas de prevenção determinadas pelas autoridades ocasionaram uma grande influência no aumento dos números”.

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