ACIJS e APEVI anunciam mudanças visando o fortalecimento do modelo associativista

Presidente Anselmo Ramos destaca atuação das entidades em torno da representatividade e no incremento de serviços aos associados

A ACIJS e a APEVI formalizaram esta semana mudanças na parceria entre as duas entidades, com o objetivo de incrementar suas operações e buscar a geração de valor aos seus associados. Com isto, as duas entidades passam a atuar de maneira independente, coexistindo com vistas a um atendimento à comunidade empresarial da região com ainda mais amplitude.

Conforme o presidente da ACIJS, Anselmo Ramos, as mudanças são de caráter operacional e visam a assegurar a sustentabilidade do sistema associativo. O empresário lembra que o estatuto da entidade determina como foco de atuação da ACIJS na estruturação de seu quadro de associados a base territorial de Jaraguá do Sul, uma vez que as outras cidades da região têm suas associações. Do mesmo modo, no caso da APEVI, o estatuto da entidade possibilita que se busque associados em todo o Vale do Itapocu. No novo formato, a APEVI irá buscar associados em uma base de empresas com perfil diferente do modelo atual e alinhada a segmentos específicos de MPEs e de startups que, desde o final de 2018 passou a integrar o grupo de setores atendidos pela entidade.

“Da mesma forma, a ACIJS estará buscando a ampliação da oferta de serviços e soluções ao seu quadro de associados, com isto fortalecendo o seu portfólio e reiterando o alinhamento histórico da entidade com empresas do município”, afirma Anselmo Ramos. Explica que a ACIJS vem se estruturando como uma plataforma de representatividade e empreendedorismo, em sintonia com as diretrizes definidas por sua federação, FACISC, ao mesmo tempo em que amplia seu papel como voz ativa dos pleitos da comunidade empresarial. “Continuaremos buscando oferecer serviços cada vez mais alinhados às necessidades dos nossos associados, evoluindo em iniciativas como o projeto de Núcleos Empresariais e, em breve, com novos serviços de educação e formação empresarial”.

As duas entidades reiteram que não haverá qualquer mudança na sinergia, cooperação e modelo de relacionamento com a classe empresarial. Ao contrário, reafirmam os propósitos que norteiam suas trajetórias, e uma disposição ainda maior em buscar cada vez mais o aperfeiçoamento de suas atividades para que as empresas da indústria, do comércio e de serviços elevem seus níveis de competitividade no mercado, bem como na articulação com outros segmentos representativos, na defesa de interesses da região por meio de ações institucionais em conjunto perante os poderes públicos e no fortalecimento das relações com a comunidade.

Mesmo com a mudança de formato, a exemplo da CDL e dos Sindicatos de Indústrias, as entidades continuam integradas ao Centro Empresarial, preservando o modelo bem-sucedido de cogestão que é referência em todo o Brasil. Essa visão proporcionará cada vez mais a construção de um ecossistema sustentável, com possibilidades para todos os empreendedores, sempre em busca de inovação e se antecipando às ondas de mudança dos mercados, em que também as entidades representativas precisam se reinventar, de modo a serem mais criativas na oferta de serviços aos seus associados.

 

 

 

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